Planta da cidade de Guimarães de autoria de Manoel d'Almeida Ribeiro

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Planta da cidade de Guimarães de autoria de Manoel d'Almeida Ribeiro

Detalhes do registo

Nível de descrição

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Código de referência

PT/MGMR/ADP/CMGMR/L-ETP/001/8-3-3-1

Tipo de título

Atribuído

Título

Planta da cidade de Guimarães de autoria de Manoel d'Almeida Ribeiro

Datas de produção

1863-10-03  a  1863-10-03 

Dimensão e suporte

1liv. (3 f.670 x 1030 mm , 14 pl. (670 x 103 mm).

Extensões

14 Plantas

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Incorporação no ano 1958 (BHT-1958, pag.192)

Âmbito e conteúdo

"(...) Plano Geral de Melhoramentos, mandado fazer em 1863, mas que se limita praticamente a um projecto de intenções, embora tivesse sido aproveitado até aos anos vinte do século XX. Em reunião de Câmara de 29 de Julho de 1863 resolveu-se mandar levantar a planta da cidade, de modo a orientar o seu crescimento e as alterações que deveriam embelezar e higienizar a cidade. Assim, por escritura celebrada entre o Eng. Manuel Almeida Ribeiro, professor de Arquitectura Civil e Naval da Academia Portuense de Belas Artes, e a Câmara Municipal, em 12 de Outubro de 1863, aquele é encarregado de fazer a Planta da cidade, propondo diversos “melhoramentos”. No seu trabalho escreve: «Observarei, em conclusão, que não ignoro os meios em demasia exíguos de que a Câmara pode dispor para levar a efeito uma grande parte dos projetos que apresento. Era uma cidade, como Guimarães, excecionalmente irregular e onde os aformoseamentos só se podem obter à custa de expropriações numerosas, é indispensável, com relação a algumas delas, esperar do tempo o que se não pode conseguir da atualidade. Na Inglaterra, decretado um melhoramento, executam-no à medida que os proprietários vão reconstituindo as suas casas. Este meio, rápido naquele país, deve ser muito moroso em Guimarães, mas é o único que as câmaras poderão empregar para realizar bons melhoramentos nos sítios onde a edificação tem valor. Em outras partes da cidade, onde a propriedade está a cair em ruínas, ou é de pouca importância, é muito possível tentar desde já as expropriações necessárias para levar a efeito melhoramentos respetivos. Estas expropriações, quanto a mim, devem ser reputadas indispensáveis para colocar toda a cidade em condições higiénicas, e foi por este motivo que em todos os meus projetos levei em mira o desaparecimento dos bairros mais insalubres e mais indecentes da cidade.(...)"A Planta da cidade foi apresentada à Câmara Municipal a 10 de Maio de 1867.Escala - 1:2000 (planta geral) e 1:500 (folhas parciais)In: MEIRELES, Maria José Marinho de Queiroz - O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (séc. xix-xx): permanências e alterações.Braga: Universidade do Minho: Instituto de Ciências Sociais. 2000. Tese de Mestrado.

Tradição documental

Tipo técnica de registo

Condições de acesso

Comunicável, sem restrições legais. Documentação acessível em cópia digital.

Condições de reprodução

A reprodução deverá ser solicitada por escrito, através de requerimento dirigido ao responsável da instituição.

Aspeto físico

Cota atual

8-3-3-1

Idioma e escrita

Escrita